O TABULEIRO DE SANGUE: OS EMIRADOS ÁRABES UNIDOS E A GUERRA POR PROCURAÇÃO NO SUDÃO

A União Africana tem a responsabilidade histórica de romper este silêncio. Não pode continuar a assistir, impassível, enquanto o Sudão é desmembrado por potências externas que tratam a vida humana como um custo operacional. O momento de agir é agora. 

JOAQUIM JAIME E RAIMUNDO GONÇALVES

O silêncio cúmplice da comunidade internacional

Há uma verdade inconveniente que os centros do poder em Nova Iorque, Bruxelas e Washington preferem ignorar e a União Africana é incapaz de enfrentar a realidade: a guerra civil no Sudão não é, afinal, um conflito interno entre dois generais ambiciosos. É, isso sim, um laboratório de geometria variável onde potências regionais testam os seus limites de influência, à custa de vidas sudanesas. E neste tabuleiro de sangue, os Emirados Árabes Unidos surgem como o jogador mais activo, mais obscuro e, paradoxalmente, mais protegido pelas convenções de uma ordem internacional que teima em fechar os olhos.

A guerra, que eclodiu em Abril de 2023 quando as Forças de Apoio Rápido (RSF) e as Forças Armadas Sudanesas (SAF) não se entenderam sobre a integração da milícia no Exército regular, já provocou mais de 150 mil mortos, segundo estimativas dos Estados Unidos, e deslocou cerca de 13 milhões de pessoas (DW, 2025). Cerca de metade da população do Sudão, de 51 milhões de habitantes, depende actualmente de ajuda humanitária, e a fome e as doenças são generalizadas (DW, 2025). A comunidade internacional, porém, tem-se apresentado incapaz de enfrentar as causas profundas do conflito, nomeadamente o papel desestabilizador de potências externas.

O mecanismo de uma intervenção negada

Os Emirados Árabes Unidos negam, com a veemência dos que sabem que as aparências importam, qualquer envolvimento no conflito sudanês. O Dr. Anwar Gargash, conselheiro diplomático do Presidente dos Emirados, classifica as acusações como “invenções, falsidades e ficção”, apresentando Abu Dhabi como um actor humanitário que já contribuiu com mais de 600 milhões de dólares, para o alívio da catástrofe humanitária (Gargash, 2025). A narrativa oficial é imaculada: os Emirados são um amigo histórico do Sudão, um investidor comprometido com o desenvolvimento africano, um mediador de boa-fé (Gargash, 2025).

Mas, a realidade, como frequentemente acontece, insurge-se contra as declarações protocolares. O painel de especialistas do Conselho de Segurança das Nações Unidas documentou, com evidências que desafiam o cepticismo, que os Emirados Árabes Unidos têm fornecido apoio militar às RSF (DW, 2025). A pesquisadora Hager Ali, do think tank alemão Giga, afirma: “sabemos que os Emirados Árabes Unidos contrabandearam armas directamente através da fronteira líbia para o Sudão, mas também via Chade e Uganda” (DW, 2025). O material inclui drones avançados, armas leves, metralhadoras pesadas, veículos, artilharia, morteiros e munição (DW, 2025).

Os voos de carga para o Chade, os manifestos inconsistentes, as munições de fabrico búlgaro vendidas aos Emirados e posteriormente interceptadas em comboios das RSF, os drones que sobrevoam Darfur – tudo aponta para uma cumplicidade que transcende a mera suspeita. Em Janeiro de 2024, o governo do então presidente Joe Biden impôs sanções a ambos os lados, e o Departamento do Tesouro sancionou sete empresas dos Emirados Árabes Unidos, acusando-as de fornecer armas e dinheiro às RSF (DW, 2025).

O ouro e o sangue de Darfur

O motor económico desta intervenção é tão antigo quanto a própria história dos conflitos africanos: o ouro. Hemedti construiu a sua fortuna pessoal – estimada em 7 mil milhões de dólares – sobre o controlo das minas de Jebel Amer, em Darfur, e a subsequente exportação do metal precioso para o Dubai (ADF, 2024). A capital emiratense tornou-se o epicentro financeiro onde o ouro sudanês é lavado e transformado em armas, financiamento e influência (ADF, 2024).

A rede é intrincada e eficiente: as RSF controlam as áreas de mineração, contrabandeiam o ouro através do Chade e da República Centro-Africana, e canalizam-no para os mercados dos Emirados, onde entra na economia global sem obstáculos significativos (ADF, 2024). De acordo com a ONU, um comerciante de ouro sudanês no Dubai, associado às RSF, recebeu 50 quilogramas de ouro em Maio de 2023, um mês após o início dos combates (ADF, 2024). Em troca, armas, veículos militares e drones seguem o caminho inverso. O Grupo Wagner, agora rebaptizado Africa Corps, e o Marechal Khalifa Haftar, da Líbia, são elos nesta cadeia logística que transforma o deserto num corredor de morte (ADF, 2024).

Hemedti mantém as suas próprias finanças e as das RSF nos Emirados Árabes Unidos, onde também se encontra a rede de propaganda das RSF nas redes sociais (ADF, 2024). Em 2019, quatro anos antes do início do conflito com as SAF, Hemedti comprou 1.000 veículos aos Emirados que podiam ser transformados em “técnicos” portadores de metralhadoras. A empresa da família Dagalo que comprou esses veículos, a Tradive General Trading, também está sediada nos Emirados (ADF, 2024).

A dimensão trágica desta economia de guerra é que ela não é acidental. Para Hemedti, o ouro é uma moeda de compra de armas e de sobrevivência política. Para os Emirados, é um instrumento de influência e controlo. Para a população de Darfur, é a sentença de morte que vem do céu, em forma de drones, ou do chão, em forma de “técnicos” transformados em metralhadoras. O contrabando de ouro lançou as bases da relação das RSF com o Grupo Wagner, para quem o ouro das minas sudanesas se tornou uma fonte de receitas crucial (ADF, 2024).

A geopolítica da destabilização

O envolvimento dos Emirados não pode ser dissociado da rivalidade regional que opõe Abu Dhabi a Riade e ao Cairo. Enquanto a Arábia Saudita e o Egipto apoiam, ainda que com diferentes graus de envolvimento, as Forças Armadas Sudanesas (SAF) do General Abdel Fattah al-Burhan, os Emirados alinham-se com as RSF (DW, 2025). Esta clivagem não é ideológica no sentido clássico do termo – é, isso sim, uma competição por recursos, por rotas comerciais, por posições estratégicas no Mar Vermelho.

O Sudão oferece aos Emirados Árabes Unidos uma arena a partir da qual podem projectar o seu poder através do Mar Vermelho e do leste da África (Monitor do Oriente, 2025). Os Emirados detêm interesses significativos nos recursos agrícolas e minerais do Sudão, muitos dos quais ainda inexplorados, incluindo ouro (Monitor do Oriente, 2025). A International Holding Company, a maior empresa listada na bolsa de valores dos Emirados Árabes Unidos, e o Jenaan Investment Group cultivam actualmente mais de 50.000 hectares no Sudão (Monitor do Oriente, 2025).

A dimensão mais perversa desta dinâmica é que ela institucionaliza o conflito. Segundo Cameron Hudson, antigo analista da CIA e associado sénior do Programa África do CSIS, “o que vem dos Emirados Árabes Unidos é muito substancial. Manteve a RSF na luta e permitiu-lhes sustentar esta luta sem fim à vista” (Monitor do Oriente, 2024). Nesta lógica, a instabilidade é um recurso, a guerra um instrumento de afirmação, o sofrimento humano um custo aceitável.

O Direito Internacional como ficção

O Sudão levou a sua queixa contra os Emirados Árabes Unidos ao Tribunal Internacional de Justiça, acusando-os de cumplicidade em genocídio (Monitor do Oriente, 2025). O tribunal declarou-se “manifestamente incompetente” para julgar o caso, invocando uma reserva que os Emirados inseriram quando ratificaram a Convenção para a Prevenção e Sanção do Crime de Genocídio (Monitor do Oriente, 2025). A reserva exclui a jurisdição do TIJ em casos em que os Emirados sejam acusados por outro Estado.

Esta é uma lição de cinismo jurídico que deveria envergonhar a comunidade internacional. Os Emirados assinaram a Convenção, aceitaram os seus princípios, mas blindaram-se contra as suas consequências. A reserva não é um tecnicismo – é um mecanismo de impunidade, uma porta de saída de emergência para uma das violações mais graves do direito internacional. E o tribunal, ao aceitar essa reserva, legitimou a estratégia.

A resposta do Sudão foi cortar relações diplomáticas com os Emirados, declarando-os “Estado agressor” (ADF, 2024). Mas este gesto, embora politicamente significativo, tem um impacto prático limitado. O ouro continua a fluir, as armas continuam a chegar, as atrocidades continuam a ser cometidas. A queixa no TIJ, embora justa, era uma via judicial que as reservas emiradenses tornaram ineficaz desde o início. A comunidade internacional não pode, portanto, esconder-se atrás de um tribunal que, por decisão própria, se tornou irrelevante.

A cumplicidade do Ocidente

O silêncio dos Estados Unidos e dos seus aliados europeus é de uma estranhesa desconcertante. Washington, que sancionou empresas emiradenses por fornecerem armas às RSF, continua a ser um aliado estratégico de Abu Dhabi (DW, 2025). Londres, que vê equipamento militar britânico reaparecer nos campos de batalha sudaneses, evita questões parlamentares sobre o papel dos Emirados (Monitor do Oriente, 2025). A diplomacia ocidental, quando se trata do Sudão, é uma coreografia de contradições: condena-se o genocídio, mas não se confronta quem o financia.

A Human Rights Watch apelou ao Conselho de Segurança da ONU para que imponha sanções contra os líderes das RSF (DW, 2025). A directora da organização para o Corno de África, Laetitia Bader, foi explícita: “principalmente os Emirados Árabes Unidos, que continuaram a fornecer apoio apesar das evidências claras de crimes” (DW, 2025). Mas o Conselho de Segurança, paralisado por vetos cruzados e interesses divergentes, permanece inerte.

O que está em causa não é apenas a ineficácia do sistema de segurança colectiva. É a sua cumplicidade activa. Os Emirados Árabes Unidos são um aliado ocidental, um destino de investimentos, um parceiro na luta contra o terrorismo. Esta filiação política protege-os das consequências que seriam inevitáveis se fossem um adversário. O Sudão paga o preço desta selectividade.

A União Africana e o dever de intervenção

É neste quadro que a União Africana enfrenta o seu momento de verdade. A UA suspendeu o Sudão após o golpe de 2021, mas permaneceu em grande parte silenciosa sobre o papel dos Emirados Árabes Unidos no conflito (Firew, 2026). Este silêncio é tanto mais condenável quanto os Emirados não são um Estado membro da UA – são uma potência externa que intervém num conflito no continente, com consequências desastrosas para a estabilidade regional.

Tim Murithi, analista do Instituto de Estudos de Segurança, afirma que a UA “tem falhado e está a enfrentar desafios significativos, tanto internamente, como ao nível de conseguir que os Estados africanos trabalhem colectivamente no espírito do pan-africanismo” (Firew, 2026). Moussa Soumahoro, investigador do mesmo instituto, acrescenta que “os actores externos estão agora a preencher a lacuna deixada por estas instituições africanas” (Firew, 2026). Os Estados Unidos, a Arábia Saudita, os Emirados Árabes Unidos e o Egipto têm liderado as iniciativas de paz no Sudão na ausência de soluções africanas (Firew, 2026).

A União Africana tem não apenas o direito, mas o dever de se posicionar diplomaticamente contra esta intervenção. Não se trata de um conflito entre irmãos africanos – é uma guerra por procuração alimentada por interesses externos que transformaram o Sudão num campo de experimentação geopolítica. A UA deve:

  1. Condenar formalmente o envolvimento dos Emirados Árabes Unidos no conflito, com base nas evidências documentadas pela ONU e por organizações de direitos humanos.
  2. Solicitar ao Conselho de Segurança da ONU a imposição de sanções específicas contra os Emirados Árabes Unidos, incluindo a interdição de voos de carga relacionados com o fornecimento de armas às RSF.
  3. Promover uma investigação independente sobre o contrabando de ouro e o financiamento da guerra, com a participação de peritos africanos e internacionais.
  4. Exigir a retirada de todas as forças e equipamentos militares estrangeiros do território sudanês, como condição prévia para qualquer negociação de paz.
  5. Liderar um processo de mediação que inclua todos os actores regionais, mas que estabeleça como princípio inegociável a soberania sudanesa e a exclusão de interferências externas.

A UA não pode repetir os erros do passado. Na Líbia, a comunidade internacional permitiu que potências externas transformassem o país num Estado falido. No Iémen, a intervenção externa prolongou a guerra para além do que seria sustentável sem apoio externo. No Sudão, a história ameaça repetir-se, com a agravante de que o actor principal é um aliado ocidental que utiliza a linguagem da ajuda humanitária para ocultar a sua agenda militar.

A estratégia de Abu Dhabi e a ilusão da vitória

A filosofia estratégica de Abu Dhabi, como foi amplamente documentada, assenta numa premissa simples: vencer significa negar aos adversários uma vitória decisiva, garantir o acesso a corredores e mercados, e sobreviver ao ciclo de notícias (ADF, 2025). No Sudão, esta lógica traduziu-se na criação de factos consumados: as RSF controlam agora grande parte de Darfur, incluindo a cidade de El-Fasher, e estabeleceram um governo paralelo.

A queda de El-Fasher foi um momento de viragem. Imagens de satélite revelaram “manchas substanciais e persistentes de sangue no solo”, num cenário que o Laboratório de Pesquisa Humanitária de Yale descreveu como “extermínio em massa de proporções semelhantes às do Ruanda” (Monitor do Oriente, 2025). As RSF filmaram-se a matar milhares de pessoas, a enterrar vivas, a torturar e a enforcar. O mundo despertou para o genocídio, mas a comunidade internacional, mais uma vez, reagiu com palavras.

Os Emirados Árabes Unidos sabem que a sua estratégia tem um custo reputacional. Por isso, alternam entre a negação e a instrumentalização da ajuda humanitária. Por isso, pressionam aliados para evitar críticas. Por isso, cultivam múltiplas alianças para nunca perderem o seu lugar à mesa (Monitor do Oriente, 2025). Mas este jogo de dupla face tem um limite: o acúmulo de evidências, a pressão da opinião pública, a crescente coordenação entre os países afectados.

A necessidade de uma resposta colectiva

A guerra no Sudão não terminará enquanto os Emirados Árabes Unidos continuarem a fornecer armas e financiamento às RSF. Esta é uma verdade que por mais azeda que seja, tem que ser enfrentada com coragem. Como observou Alex de Waal, director da World Peace Foundation, “o que os esforços de paz até agora não conseguiram fazer foi trazer os apoiantes externos do poder, especialmente os EAU, para a mesa de negociações” (ADF, 2024). Enquanto isso não acontecer, a guerra continuará.

O caminho para a paz exige, portanto, uma pressão concertada sobre os Emirados Árabes Unidos. O Conselho de Segurança da ONU, os Estados Unidos, a União Europeia e a União Africana devem coordenar-se para impor custos à intervenção emiradense. Sanções específicas, interdição de voos, bloqueio de activos financeiros, restrições à compra de ouro sudanês – todas estas medidas são possíveis, desde que exista vontade política.

Mas a vontade política é precisamente o que falta. O Ocidente vê os Emirados como um parceiro estratégico. O mundo árabe vê-os como um líder regional. A África vê-os com desconfiança, mas sem capacidade para lhes impor custos significativos. Este desequilíbrio de poder é o que permite a Abu Dhabi prosseguir a sua estratégia com impunidade garantida.

Conclusão 

O Preço do silêncio!

Os Emirados Árabes Unidos construíram o seu poder regional sobre uma combinação de liquidez financeira, logística sofisticada e uma visão geopolítica que não hesita em instrumentalizar o caos. O Sudão é a mais recente e mais trágica demonstração desta abordagem. A guerra civil, que já causou mais de 150 mil mortos e deslocou 13 milhões de pessoas, não é um conflito interno – é uma guerra por procuração alimentada por interesses estrangeiros.

A União Africana tem a responsabilidade histórica de romper este silêncio. Não pode continuar a assistir, impassível, enquanto o Sudão é desmembrado por potências externas que tratam a vida humana como um custo operacional. A soberania africana, a integridade territorial dos Estados membros, o direito internacional humanitário – tudo isto está em jogo. A UA deve liderar a denúncia no Conselho de Segurança, mobilizar a comunidade internacional, exigir responsabilização.

O Sudão não precisa de mais promessas de ajuda humanitária. Não precisa de mais conferências que condenam a violência mas não confrontam quem a alimenta. O Sudão precisa que a comunidade internacional, e em particular a União Africana, tenha a coragem de chamar as coisas pelos nomes: os Emirados Árabes Unidos são um Estado agressor, e a sua intervenção no Sudão é uma violação flagrante do direito internacional.

O preço do silêncio é medido em vidas sudanesas. É medido em crianças que morrem de fome enquanto aviões de carga transportam armas para Darfur. É medido em famílias que fogem dos seus lares enquanto diplomatas discutem protocolos. O silêncio é uma escolha, e cada dia de silêncio é um dia de cumplicidade.

O momento de agir é agora. A história julgará não apenas aqueles que cometeram as atrocidades, mas aqueles que, tendo o poder de as impedir, escolheram o conforto da inacção.

Referências

ADF. (2024, Janeiro). Papel dos EAU na Guerra Civil do Sudão Atrai Críticas. Africa Defense Forumhttps://adf-magazine.com/pt-pt/2024/01/papel-dos-eau-na-guerra-civil-do-sudao-atrai-criticas/

ADF. (2024, Fevereiro). Contrabando de Ouro Alimenta a Guerra no Sudão. Africa Defense Forumhttps://adf-magazine.com/pt-pt/2024/02/contrabando-de-ouro-alimenta-a-guerra-no-sudao/

ADF. (2025, Agosto). A Guerra Por Procuração Do Sudão. Africa Defense Forumhttps://adf-magazine.com/pt-pt/2025/08/a-guerra-por-procuracao-do-sudao/

DW. (2025, Novembro 4). O papel das potências estrangeiras na guerra do Sudão. Deutsche Wellehttps://www.dw.com/pt-br/o-papel-das-pot%C3%AAncias-estrangeiras-na-guerra-do-sud%C3%A3o/a-74617130

Firew, E. (2026, Fevereiro 13). UA avalia capacidade de garantir a segurança em África. Deutsche Wellehttps://www.dw.com/pt-002/uni%C3%A3o-africana-avalia-capacidade-de-garantir-a-seguran%C3%A7a-em-%C3%A1frica/a-75944054

Gargash, A. (2025). O compromisso dos Emirados Árabes Unidos com o futuro do Sudão continua forte. Diplomacia

Businesshttps://www.diplomaciabusiness.com/o-compromisso-dos-emirados-arabes-unidos-com-o-futuro-do-sudao-continua-forte/

Monitor do Oriente. (2024, Fevereiro 16). Como os Emirados Árabes Unidos mantiveram a guerra no Sudão em fúria. Monitor do Orientehttps://www.monitordooriente.com/20240216-como-os-emirados-arabes-unidos-mantiveram-a-guerra-no-sudao-em-furia/

Monitor do Oriente. (2025, Novembro 11). Por que os Emirados Árabes Unidos estão envolvidos na sangrenta guerra civil do Sudão? Monitor do Orientehttps://www.monitordooriente.com/20251111-por-que-os-emirados-arabes-unidos-estao-envolvidos-na-sangrenta-guerra-civil-do-sudao/

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