
RECADOS DA CESALTINA ABREU (109)
Recado para quem vive falando: “Eu sou assim, não vou mudar”. Mudar é sinal de inteligência e não de fraqueza.
Ontem, a conversa era sobre construir caminhos, novos caminhos… E estes, principalmente, implicam mudança.
Precisamos mudar, sim! Começando por uma profunda reflexão para compreender a nossa responsabilidade no processo de transformação do meio em que vivemos. É exactamente nessa tomada de consciência que começa a mudança que buscamos. Assumir a responsabilidade individual é o primeiro passo para transformar o nosso entorno, seja no bairro, na cidade ou no planeta.
Mas não basta ficar por aqui. É preciso interiorizar, delinear acções práticas em resultado dessa reflexão inicial, e identificar como as nossas atitudes diárias, as nossas escolhas, os velhos hábitos, contribuem para manter as relações sociais e de poder no bairro, na comunidade, na sociedade.
Acções locais, pequenas iniciativas, em resultado do engajamento comunitário com vizinhos, grupos ou projectos, podem influenciar no sentido das mudanças que identificamos como necessárias, porque a união gera um efeito multiplicador e potencialmente transformador. E, por acréscimo – ‘nas quebras’ aqui na banda – inspira outras pessoas a também se engajarem no processo de melhoria da vida colectiva.
Neste domingo, saúde, cuidados e coragem para mudar, hoje, e sempre que necessário!
Kandando daqui!










