Começo por felicitar a estratégia de ex-militantes da BJR (Brigada da Juventude Revolucionária) da FNLA, nascidos, ou oriundos da República Democrática do Congo, pelo alinhamento estratégico de proximidade, quiçá, rumo ao seu renascimento e vitória, utilizando a prática negativa “cultural” de um puxa o outro (familiar ou amigo, ou que um filho tem de substituir o pai que morreu).
A estratégia é similar ao que sucede em vários casos nas hostes da Guarda da Segurança Presidencial, que segundo o site Club-K, assim procede e ao que nos parece, também ao nível de algumas chefias. Só seria nepotismo no tempo de JES?
Seria até benéfico se tratasse da nomeação de quadros com capacidade comprovada, que tivessem a capacidade para fazer política visando atingir resultados econômicos, sem serem apenas formados na intriga e no esbanjamento dos meios financeiros já escassos.
Será que é sempre bem feito “o trabalho de casa”, antes de se nomearem alguns quadros para altos cargos no Executivo e/ou no poder judicial?
Será que quem foi convidado a sair dos Estados Unidos de América por ter batido a mulher (que teve de chamar a polícia) e que dava até uma simples nota verbal ou carta para fazer a um dos lobbies, (o Larry) é a melhor opção para um trabalho que terá a ver inclusivé com a representação do país?
Desconheço se o novo director dos Serviços de Inteligência Externa (SIE) nos outros países africanos por onde andou, aproveitou para estudar, como algumas vezes, a título pessoal, lhe recomendei, porque durante a sua permanência em Washington, não o fez.
Todavia, quem pode manda e quem não pode obedece.