
Certamente, muitos terão estudado, numa das lições dos livros da sua primária imaginação, ou numa dessas leituras que se fazem para mera recreação, uma dessas histórias.
Na primeira, o protagonista é um cão que sobre a ponte de um rio, transportando na sua boca — o mais adequado e seguro lugar — um osso carnudo, viu, no reflexo das águas límpidas, a imagem de outro cão. Ganancioso, lançou-se à correnteza. Logo, perdeu a comida e a vida.
A segunda, retrata o exemplo da vaidosa e invejosa, a bruxa, que detestava o seu espelho mágico por sempre lhe responder que existia, sim, uma tal de Branca de Neve, quando a ele perguntava se havia, no mundo, mulher mais bonita que ela.
Nos nossos processos eleitorais, também os vemos, uns ladrando e outros se exibindo. Uns em cima do muro e, caindo do topo da montanha, o sopé, como se o morro fosse o… pé-di-gri!










