
RECADOS DA CESALTINA ABREU (68)
“Se há um problema, então não há um problema! O que há, e é imperativo, é buscar a resolução do problema… Focar energia na melhor forma de solucioná-lo, emanar luz, reverberar o poder que temos em nós, adoptar uma atitude positiva, vitoriosa, da cura do corpo e da alma, erguer a cabeça, pensar com clareza… E seguir em frente”.
N. Miranda
Segundo Peter Drucker , “o pai da administração moderna”, resolver problemas apenas restaura a normalidade; aproveitar oportunidades abre caminhos. Ficar na lógica de “apagar fogos” mantém o status quo. Crescimento real exige iniciativa: explorar oportunidades, investir em inovação e pensar o futuro – não apenas corrigir o passado. Afinal, não se resolvem problemas com o mesmo nível de pensamento que os gerou.
Resolver problemas é necessário, mas não basta. Elimina o que está errado; não cria o que ainda não existe. O progresso nasce da visão, da capacidade de imaginar e construir possibilidades. E isso exige decisões corajosas: mudar, inovar, sair da reacção permanente.
Vivemos, hoje, numa rotina de tensões e desentendimentos que, sem cuidado, escalam para problemas maiores. Por isso, importa desenvolver competências essenciais: escuta activa, abertura ao outro, atenção ao contexto e pensamento crítico.
Na prática: identificar o problema, recolher informação relevante, dialogar para compreender causas, explorar soluções e aplicá-las com firmeza. Depois, observar os resultados – incluindo o silêncio, que também responde.
Aprender com os erros fecha ciclos e prepara-nos para os próximos desafios – porque eles virão. E, sobretudo, é preciso coragem para decidir: o que fica, o que se deixa ir.
Nesta 4.ª feira, saúde, cuidados e coragem. Porque nem todos os problemas persistem por falta de solução – muitos persistem por falta de decisão .
Kandando daqui!










